Envolvido em um relacionamento a distância com a namorada, o chinês Jiang Zhongli não podia ter contato físico com ela — eles só interagiam pelo telefone. Ele resolveu, então, criar um dispositivo que permitisse que eles se beijassem.
Envolvido em um relacionamento a distância com a namorada, o chinês Jiang Zhongli não podia ter contato físico com ela — eles só interagiam pelo telefone. Ele resolveu, então, criar um dispositivo que permitisse que eles se beijassem.
100 unidades vendidas por mês
Segundo o Global Times, o sistema tem a função “praça do beijo”, que permite fazer o upload de beijos para que outros os experimentem. Com preço de cerca de 260 yuan cada na plataforma Taobao, maior site de compras online da China, tem vendido mais de 100 unidades mensalmente.
Na plataforma, os clientes compartilham avaliações sobre o dispositivo. “Minha parceira não acreditava que o beijo (remoto) pudesse ser alcançado no início, mas se surpreendeu quando o usou… É a melhor surpresa que dei a ela durante nosso relacionamento a distância. Obrigado, tecnologia”, relata um comprador.
Já na rede social Weibo, que é semelhante ao Twitter e muito utilizada na China, muitos criticam o aparelho como “vulgar” e “assustador”. Alguns expressaram a preocupação de que menores possam comprá-lo e usá-lo. “Não entendo [o dispositivo], mas estou totalmente chocado”, diz um dos comentários. Hashtags sobre o dispositivo acumulam centenas de milhões de visualizações.
Esse não é o primeiro aparelho do tipo. Em 2016, o Instituto Imagineering, da Malásia, apresentou o Kissenger, uma almofada de silicone sensível ao toque (em vez de lábios) com capacidades semelhantes à do aparelho criado por Zhongli.
Por Roseli Andrion


